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  • MENSAGEM

    05

    Mai
    05/05/2011 às 12h32

    PFR - PESSOAS FACILMENTE RECONHECÍVEIS




    O mal que aflige a maioria dos seres humanos está enraizado num único propósito: estar bem financeiramente, como se isso fosse a única maneira de atingir a felicidade.

    Esquecem que todos que vieram para este espaço, vieram pela sua própria vontade.

    Esquecem que vieram para a sua própria evolução, o que é uma questão muito natural, porque vocês que habitam este mundo não poderiam ter consciência de seus deveres e de suas obrigações. Vocês vieram com o livre arbítrio de fazer tudo de acordo com os seus próprios conceitos e vontade.
    E devem fazê-lo, mas com muita cautela e responsabilidade, pois vocês poderão estar sendo monitorados por Anjos e ainda por outros Seres Espirituais que podem ajudá-los em seus propósitos e em suas realizações.
    E eu sou um destes monitores e descobri um ditado entre vocês: "É mais fácil um camelo passar pelo fundo de uma agulha do que um rico entrar no Reino de Deus."
    E eu declaro com honestidade que ser rico não é um pecado, é um equilíbrio criado por Deus para que a Humanidade pudesse evoluir.
    Pensem bem e raciocinem comigo: se todos fossem ricos, o mundo não teria nenhuma chance de se desenvolver e o mesmo ocorreria se todos fossem pobres.
    Então, as classes existem para que todos mostrem os seus potenciais e as suas qualidades, porque o essencial não é ter ou deixar de ter, mas é sim mostrar as suas realizações e as suas maneiras de viver.

    Então, vivam mostrando realmente quem vocês são e quais são as suas pretensões no convívio com outros seres humanos.

    E aceitem os desafios que tiverem.
    Mas percebam que em todos os desafios existem os riscos.
    E preparem-se para vencer estes riscos que certamente surgirão.
    Vocês, em suas vontades, querem sempre coisas fáceis, e não se preparam para as consequências que podem ser difíceis.
    Eu disse que posso monitorar, mas não sou um Mensageiro de Deus e nem venho de Regiões Celestiais. Eu sou apenas, para vocês, um extraterrestre que recebeu como missão o dever de ajudá-los a esclarecer os seus propósitos.
    Vocês são um povo bonito, mas muito ingênuo em relação a outros mundos.
    Vocês pensam como crianças, principalmente os povos de origem latina.
    E eu venho com carinho e trago como símbolo uma Cruz, pois sei que vocês cristãos a respeitam.
    E eu vim para dizer que o que vocês fizeram no passado pode refletir no futuro.
    E para alguns eu deixo claro que resta ainda um pouco de tempo de reflexão e de arrependimento, para que vocês possam solucionar de acordo com suas atitudes o que fizeram de bom ou o que fizeram de ruim.
    E todos aqueles que erraram podem receber um voto de confiança sob a alegação de que estão arrependidos pelo que fizeram. Mas a esses eu alerto mais uma vez que estão sob a vigilância dos monitores e que não poderão fingir e que não poderão mentir, pois agindo desta forma estarão entrando por um caminho sem volta e decretando o seu próprio fim, entregando-se definitivamente às influências que sufocam a sua honestidade, que sufocam a esperança de voltar a serem pessoas íntegras e que teriam a proteção de nosso Pai, porque de suas bocas poderão sair as palavras de arrependimento, mas em seus cérebros podem sair sorrisos de esperteza com a certeza de que enganariam a quem pudesse perdoar, o que seria um grande erro porque são pessoas fáceis de se reconhecer.

    A devoção e a fraternidade produzem fluídos sinceros e brilhantes que são exalados pelas pessoas íntegras que caminham firmemente em direção ao conceito de Deus, e que também são pessoas fáceis de serem reconhecidas.
    Seja qual for o lado escolhido por vocês para suas pretensões, os procedimentos tomados refletem diretamente o seu caráter, e determinam suas ideias e definem as pessoas que vocês são, e mostram com clareza quais são as suas intenções.

    Eu estou lhes passando essas informações com um só objetivo: o de ficar em sintonia com vocês.
    Não tenho nada planejado e nem um lado preferido, mas em minha visão, e de todo o conhecimento que eu capto, eu dou o meu parecer; estou usando toda a minha experiência e digo que a eficiência do comportamento correto é o que pode ajudá-los no futuro que está além das suas imaginações.
    Eu sou Gilow e estou em alinhamento com vocês e quero destacar que a pureza de seus comportamentos é fundamental para a sua evolução.
    Procurem sempre encontrar a melhor forma para agir corretamente. A probabilidade de serem pessoas decentes é enorme, é só vocês quererem, pois são bastante fortes para assim procederem.

  • ESPÍRITO

    10

    Abr
    10/04/2011 às 04h19

    Etimologia

    A palavra espírito tem sua raiz etimológica do Latim "spiritus", significando "respiração" ou "sopro", mas também pode estar se referindo a "alma", "coragem", "vigor" e finalmente, fazer referência a sua raiz no idioma Europeu" (“soprar”). Na Vulgata, a palavra em Latim é traduzida a partir do grego ""Pneuma" (πνευμα), (em Hebreu (רוח) ruah), e está em oposição ao termo "Anima", traduzido por "psykhē".

    A distinção entre a alma e o espírito somente ocorreu com a atual terminologia judaico-cristã Grego. "psykhe" vs. "pneuma", Latim "anima" vs. "spiritus", Hebreu "ruach" vs. "neshama", "nephesh" ou ainda "neshama" da raíz "NSHM", respiração.)

    A palavra espírito costuma ser usada em dois contextos, um metafísico e outro metafórico.

    Filosofia

    Espírito é definido pelo conjunto total das faculdades intelectuais. Ele é frequentemente considerado como um princípio ou essência da vida incorpórea (religião e tradição espiritualista da filosofia), mas pode também concebida como um princípio material (conjunto de leis da física que geram nosso sistema nervoso).

    Na Antiguidade, o sopro e o que ele portava (o som, a voz, a palavra, o nome) continha a vida, seja em protótipo, em essência ou em potência (mítica). No tronco judaico-cristão das religiões diz-se que Deus soprou o barro para gerar o (ser no) homem. Dar um nome aos seres vivos ou não, emitir o som do nome (i.e, chamar por um nome, imitar as vozes animais, mimetizá-los, fazer do nome onomatopeia, apresentar-lhes na língua, dar-lhes uma palavra que lhes chame etc), fazer soar pela emissão do sopro vocal, significava possuir (ter o que é deles, a carne, a voz, i.e., ser-lhes o proprietário). Assim, diz-se também que ao dar nomes aos animais, o Homem ancestral, tomou deles a posse, tomou deles algo, deu-lhes a representação, o espírito. Nos contos míticos, emitir um som significa chamar pelo ser que atente a tal som. Assim, o génio da lâmpada de Aladino das (Mil e Uma Noites) aparecia quando Aladino esfregava a lâmpada maravilhosa, assim emitindo um ruído ou som que era exactamente o nome do génio encarcerado.

    Em política, diz-se do espírito das leis, expresso na constituição. O termo espírito das leis vem de "Montesquieu" , que escreveu um livro sobre com este título, no qual ele descreve o sistema triparte de repartição dos estados.

    Corpo e espírito

    Em diferentes culturas, o espírito vivifica o ser no mundo. O espírito também permitiria ao ser perceber o elo entre o corpo e a alma. Entretanto, muitas vezes espírito é identificado com alma e vice-versa, sendo utilizados de forma equivalente para expressar a mesma coisa.

    Segundo a teoria dualista de "Descartes" , o corpo e o espírito são duas substâncias imiscíveis, cada qual com uma natureza diferente: o espírito pertenceria ao mundo da racionalidade (res cogitans), enquanto o corpo às coisas do mundo com extensão (res extensa), i.e., ao mundo das coisas mensuráveis. Descartes acreditava que a função da glândula pineal seria unir a alma/espírito ao corpo. Sua visão do ser humano era mecanicista. O corpo era tratado como uma máquina de grande complexidade. Pensava em partes separadas, no que ligaria o que com o que, qual seria a função de cada parte, em suas relações etc.

    Para algumas tradições religiosas, a morte separa o espírito do corpo físico, e a partir daí, o espírito passa a ser somente da esfera espiritual. Para estas, a morte parece não encerrar a existência de cada ser particular.

    Psicologia

    Em psicologia, o espírito designa a atitude mental dominante de uma pessoa ou de um grupo, que motiva-o a fazer ou a dizer coisas de um determinado modo.

    Espiritologia

    De acordo com a espiritologia (ou "psicologia espiritual"), o espírito é o corpo psíquico, que entra em contato com a quarta dimensão Mundo Astral, local onde não existem problemas de espaço (distâncias) ou de tempo. Segundo esta "Corrente (ideologia)" , o ser humano pode entrar em contacto com outros lugares ou até outras épocas, sendo que, alguns pesquisadores, como o"Psiquiatra"suíço Carl Gustav Jung, acreditavam que os problemas do mundo contemporâneo, não eram regidos apenas pelas pessoas fisicamente, mas também psiquicamente, utilizando o mundo astral como meio de intervir no Mundo Terrestre.

    Espíritos na Bíblia

    Na Bíblia, a expressão "espíritos" também se refere aos anjos que se rebelaram contra Deus. Na tradição judaico cristã, são também chamados de "anjos decaidos" ou "redirect" "Demônio." . Eles subordinaram-se à liderança de um anjo rebelde que foi proeminente na hierarquia angélica, comummente denominado por Satanás e Diabo.

    Segundo a Bíblia, embora impedidos de se materializar, estes "anjos decaidos" teriam grande força e influência sobre a mente e o modo de viver dos humanos. Teriam capacidade de se incorporar em humanos e em animais e possuí-los (possessão), e também usam coisas inanimadas (assombração), tais como casas ou objetos.

    No Novo Testamento, o uso do termo "demónio", em gr. daimoníon, é limitado e específico em comparação com as noções dos antigos filósofos e o modo em que esta palavra era usada no grego clássico. Originalmente, o termo daimoníon designava as divindades, que podiam ser boas ou ruins - para um estudo mais acurado do termo, veja SPINELLI. Miguel. "Sócrates e o seu daimónion".

    Espiritismo

    Segundo a "Doutrina Espírita" , o espírito é a individualização do princípio inteligente do Universo. Quando encarnado - ou seja, vestido de um corpo humano - é chamado de alma, nesta situação alma e espírito são as mesmas coisas. A reencarnação, segundo o espiritismo, é o processo de auto-aperfeiçoamento por que passam todos os espíritos.

    Para os espíritas, o estado natural do espírito seria o de liberdade em relação à matéria, ou seja, a condição de desencarnado. Nesta situação, o espírito mantém a sua personalidade e suas características individuais.

    Também segundo a doutrina espírita, a interação do espírito com o cérebro se dá através do perispírito. Este conecta a vontade que nasce no espírito com o estímulo que direciona o cérebro.

    Para designar um espírito específico, os espíritas utilizam a inicial em maiúsculo, como por exemplo: "O Espírito Emmanuel".

    Teosofia

    Na Teosofia, o espírito é associado aos dois princípios mais elevados do Homem, a díade Atman-Budhi, a essência imortal do Homem.

  • PERISPÍRITO

    10

    Abr
    10/04/2011 às 04h12

     

    O termo perispírito foi cunhado por Allan Kardec, e encontra seu primeiro uso no comentário que segue o item 93 de O Livro dos Espíritos:

    O Espírito, propriamente dito, nenhuma cobertura tem, ou, como pretendem alguns, está sempre envolto numa substância qualquer?“Envolve-o uma substância, vaporosa para os teus olhos, mas ainda bastante grosseira para nós; assaz vaporosa, entretanto, para poder elevar-se na atmosfera e transportar-se aonde queira.”

    Segue-se a esse trecho o seguinte comentário de Kardec: "Envolvendo o gérmen de um fruto, há o perisperma; do mesmo modo, uma substância que, por comparação, se pode chamar perispírito, serve de envoltório ao Espírito propriamente dito".

    A partir daí Kardec se ocupou de buscar fundamentação para essa hipótese, estudando as propriedades daquilo que à época recebia o nome de "fluidos" (eletricidade, magnetismo, calor), e ampliando a pesquisa para o que chamou de "fluidos psíquicos" ou "espirituais". Concluiu que o perispírito seria um corpo fluídico que envolve o espírito na condição de ente "semimaterial". Mais "grosseiro" que o espírito e mais "sutil" que o corpo, seria o responsável, entre outras funções, pela transmissão da vontade daquele para este e das sensações do corpo para o espírito. Seria constituído a partir de modificações particulares do "Fluido Cósmico Universal", que Kardec defendia ser a matéria primordial de que se compõe o universo.

    Outras concepções

    Conservando a nomenclatura original, muitos adeptos da Doutrina Espírita definem hoje o perispírito como um "corpo" dotado de "" Chakra"centros de força", adotando para estes praticamente as mesmas definições que a Teosofia e outras doutrinas baseadas nos ensinamentos orientais elaboraram para o "Corpo Astral" e os Chakras.

    O perispírito teria, assim, a função de "modelar" o corpo físico (chamado de soma), de forma que cada centro de força corresponderia a uma glândula e estaria intimamente ligado ao sistema nervoso, através do qual conduziria ao corpo as deliberações do espírito, e a este transportaria as impressões sensoriais.

    Desempenharia, também, o importante papel de elo entre o espírito comunicante e o espírito encarnado nos fenômenos mediúnicos.

    O perispírito emitiria ainda, segundo alguns, "vibrações", transformando os "fluidos semi-materiais", de acordo com os pensamentos: poderia, assim, variar da "luminosidade mais elevada" até aspectos mais "repugnantes", consoante a "qualidade" de quem os emite.

    Ovoides

    Segundo alguns adeptos do espiritismo, sob certas condições, o perispírito poderia sofrer uma deformação que lhe emprestaria um formato ovoide. O processo é conhecido como ovoidização e, ainda segundo os defensores da ideia, estaria ligado a impulsos autodestrutivos, de vingança, e ao desejo de não permanecer no mundo espiritual.

  • PERISPÍRITO

    10

    Abr
    10/04/2011 às 04h03

     

    ALGUMAS DEFINIÇÕES DO PERISPÍRITO

    Perispírito — Invólucro semi-material do Espírito. Nos encarnados, serve de laço intermediário entre o Espírito e a matéria; nos Espíritos errantes, constitui o corpo fluídico do Espírito.

    O Espírito é envolvido por uma substância que é vaporosa para os encarnados, mas ainda bastante grosseira para os desencarnados; suficientemente vaporosa, entretanto, para que ele possa elevar-se na atmosfera e transportar-se para onde quiser. Como a semente de um fruto é envolvida pelo perisperma, o Espírito propriamente dito é revestido de um envoltório que, por comparação, se pode chamar Perispírito. (Kardec, 1995, pergunta 93).

    O Perispírito é o Princípio intermediário entre a matéria e o Espírito, cuja finalidade é tríplice: — manter indestrutível e intacta a individualidade; — servir de substrato ao corpo físico, durante encarnação ; — constituir o laço de união entre o Espírito e o corpo físico, para a transmissão recíproca das sensações de um e das ordens do outro. (Freire, 1992, p. 29 e 30)

    O Espírito Emmanuel, designa o Perispírito como “campo eletro-magnético, em circuito fechado, composto de gases rarefeitos” (gases que se desfazem ou diminuem de intensidade).

    DENOMINAÇÕES DO PERISPÍRITO

    Há inúmeras, em várias épocas, conforme a Filosofia: nas eras primitivas, Corpo-Sombra; para os indianos, Liga Sharira; no antigo Egito, ; para a Teosofia, Corpo Astral; segundo Paulo de Tarso, Corpo Celeste; para a Filosofia do Século XIX, Mediador Plástico; e, finalmente para o Espiritismo, é o Perispírito.

    ORIGEM DO PERISPÍRITO

    A origem do perispírito está no fluido universal. O ponto de partida do fluido universal é a pureza absoluta, da qual nada nos pode dar idéia; o ponto oposto é a sua transformação em matéria tangível, adquirindo diversos graus de condensação. O perispírito é uma dessas transformações, mas sob a forma de matéria quintessenciada, ou seja, não perceptível aos olhos carnais. Assim, o perispírito, ou corpo fluídico dos Espíritos, é um dos mais importantes produtos do fluido cósmico; é uma condensação desse fluido em torno de um foco de inteligência ou alma. O corpo carnal também tem seu princípio de origem nesse mesmo fluido condensado e transformado em matéria tangível. No perispírito, a transformação molecular se opera diferentemente, porquanto o fluido conserva a sua imponderabilidade e suas qualidades etéreas. A natureza do envoltório fluídico está sempre em relação com o grau de adiantamento moral do Espírito. (Kardec, 1975, cap. XIV, item 7)

    NATUREZA E CONSTITUIÇÃO DO PERISPÍRITO

    A natureza do perispírito está sempre em relação com o grau de adiantamento moral do Espírito. Os Espíritos inferiores não podem mudar de envoltório a seu bel-prazer, pelo que não podem passar, à vontade de um mundo para o outro. Os Espíritos superiores, ao contrário, podem vir aos mundos inferiores, e, até, encarnar neles. Quando o Espírito encarna em um globo, ele extrai do fluido cósmico desse globo os elementos necessários para a formação do seu perispírito. Assim, conforme seja mais ou menos depurado o Espírito, seu perispírito se formará das partes mais puras ou das mais grosseiras do fluido peculiar ao mundo onde ele encarna. Resulta disso que a constituição íntima do perispírito não é idêntica em todos os Espíritos encarnados e desencarnados que povoam a Terra ou o espaço que a circunda. O mesmo já não se dá com o corpo carnal, que se forma dos mesmos elementos, qualquer que seja a superioridade ou inferioridade do Espírito. (Kardec, 1975, cap. XIV, item 9)

    PROPRIEDADES DO PERISPÍRITO

    Flexibilidade e expansibilidade são as duas principais propriedades do perispírito. O perispírito não está preso ao corpo, sem poder desprender-se. Em Obras Póstumas, no capítulo sobre manifestações dos Espíritos, 1.ª parte, item 11, lemos: "O Perispírito não está encerrado nos limites do corpo como numa caixa. É expansível por sua natureza fluídica; irradia-se e forma, em torno do corpo, uma espécie de atmosfera que o pensamento e a força de vontade podem ampliar mais ou menos". Baseando-se neste texto, o Dr. Ari Lex acha que não há necessidade de usarmos a palavra "aura". O termo atmosfera fluídica seria uma noção mais simples e cristalina.

    FUNÇÕES DO PERISPÍRITO

    ORGANIZADOR BIOLÓGICO

    O perispírito é o molde fluídico, a "idéia diretriz" , o "esqueleto astral" ou o "modelo organizador biológico" do corpo carnal.

    Sabemos que o Espírito acompanhado de seu perispírito começa a se ligar ao corpo físico do reencarnante desde o começo da vida embrionária. Como esboço fluídico que é, o Perispírito vai orientando a divisão celular, ou seja, a sua união com o princípio vito-material do germe. Como campo eletromagnético que é, pode, por isso, ser comparado ao campo do ímã, quando orienta a disposição da limalha de ferro. (Lex, 1993, p. 49 a 54)

    INTERMEDIÁRIO ENTRE O CORPO E O ESPÍRITO

    O Perispírito é órgão transmissor, funcionando como um transformador elétrico, no qual a corrente entra com certa voltagem e sai com voltagem diferente. O corpo recebe a impressão, o Perispírito a transmite e o Espírito, sensível e inteligente, a recebe, analisa e incorpora. Mas podemos ter um trajeto inverso. Quando há iniciativa que vem do Espírito, como ordem para o corpo executar, o Perispírito a transmite para o sistema nervoso, que a define como um impulso motor. Essa ordem vai, através dos nervos motores, aos músculos, que se contraem, obedecendo à ordem recebida. Surgem, assim, os movimentos: locomoção, fala, gestos da mímica, canto, salto etc. Alguns movimentos são automáticos, como os da respiração, do bombeamento do sangue pelo coração e, mais profundamente inconscientes, as contrações peristálticas do intestino. Também, nesse caso, a atuação do Perispírito é inegável. (Lex, 1993, p. 57 a 61)

    ATUAÇÃO NAS COMUNICAÇÕES MEDIÚNICAS

    As bilocações dos Espíritos são os fatos marcantes que atestam o desprendimento do Perispírito. Kardec, em Obras Póstumas, diz: "Fica, pois, demonstrado que uma pessoa viva pode aparecer simultaneamente em dois pontos diferentes; num, com o corpo real; em outro, com o Perispírito condensado, momentaneamente, sob a aparência de suas formas materiais".

    Em todo o ato mediúnico, o Espírito aproxima-se do médium e o envolve nas suas vibrações espirituais. Essas vibrações irradiam-se do seu corpo espiritual, atingindo o corpo espiritual do médium. A esse toque vibratório semelhante a um brando choque elétrico reage o perispírito do médium.

  • BARREIRAS

    05

    Abr
    05/04/2011 às 15h02

    Que há sofrimentos, em toda parte do mundo, não há negar.

    Reflitamos, porém, nos sofrimentos criados por nós mesmos.

    Aquele da solidão em que nos ilhamos, através de falsos conceitos, é um deles.

    E dos maiores.

    Constrangedoras cercas mentais em que nos gradeamos, desertando da vida comum.

    Barreiras as mais diferentes.

    Há os que se admitem demasiadamente envelhecidos na experiência física e se emparedam contra toda a espécie de renovação, como se a madureza não fosse o período áureo da reflexão, com as alegrias conscientizadas da vida.

    Há os que vararam acidentes afetivos e entram em pessimismo sistemático, como se o amor - divina herança do Criador para todas as criaturas - devesse estar escravizado ao nível da incompreensão.

    Há os que se declaram ludibriados pelo fracasso e se encasulam no desânimo, olvidando a construção da felicidade própria.

    Há os que acreditam muito mais na doença que na saúde e se estiram em desalento, rendendo culto à suposta incapacidade.

    Em todos os lugares, cercas de amarguras, desalento, tristeza, deserção...

    Entretanto, a vida igualmente, em toda parte, oferece a todos os seus filhos uma senha de progresso: - trabalho e participação.

    Se te dispões a aprender e servir, ninguém pode avaliar o tesouro das oportunidades de elevação que se te descerrará ao caminho.

    Abençoa a disciplina que nos orienta o coração com diretrizes justas, mas não te prendas a limitações imaginárias que te separem da idéia de Deus e da grandeza da vida.

    Quando te encontres em dúvida, quanto à libertação espiritual a que todos nos achamos destinados pelos princípios de evolução e aperfeiçoamento, olha para o Alto.

    Toda a região que nomeamos por céu não é mais que uma saída gloriosa com milhões de portas abertas para a celeste ascensão.

     

    Emmanuel

    Psicografia de Francisco Cândido Xavier

     


  • APRENDER

    04

    Abr
    04/04/2011 às 07h32

    Depois de algum tempo você aprende a diferença,
    a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma.
    E você aprende que amar não significa apoiar-se,
    e que companhia nem sempre significa segurança.

    E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas.

    E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.

    E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
    Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam...

    E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.

    Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
    Descobre que leva-se anos para construir confiança e apenas segundos para destrui-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida.

    Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem da vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.

    Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.
    Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa - por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos.

    Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser.
    Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, e se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve.

    Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.

    Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática.

    Descobre que algumas vezes, a pessoa que você espera que o chute quando você cai, é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.
    Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que e se teve e o que você aprendeu com elas, do que com quantos aniversários você celebrou.

    Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.
    Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso. Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel.

    Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.

    Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.

    Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.

    Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.
    E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais.
    E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!

    Texto original traduzido por: William Sheakspeare

     

  • ORAÇÃO A MIM MESMO

    05

    Mar
    05/03/2011 às 11h05

    Imagine fazer uma prece a você mesmo. 

    Imagine poder conversar consigo mesmo de uma forma suave, profunda, definitiva. 

    Quem sabe você poderia dizer assim: 

    "Que eu me permita olhar e escutar e sonhar mais. 

    Falar menos. Chorar menos. 

    Ver nos olhos de quem me vê a admiração que eles me têm, e não a inveja que prepotentemente penso que têm. 

    Escutar com meus ouvidos atentos, e minha boa estática, as palavras que se fazem gestos, e os gestos que se fazem palavras. 

    Permitir sempre escutar aquilo que não tenho me permitido escutar. 

    Saber realizar os sonhos que nascem em mim, e por mim e comigo morrem por eu não os saber sonhos. 

    Então, que eu possa viver os sonhos possíveis e os impossíveis. 

    Aqueles que morrem e ressuscitam, a cada novo fruto, a cada nova flor, a cada novo calor, a cada nova geada, a cada novo dia. 

    Que eu me permita o silêncio das formas, dos movimentos, do impossível, da imensidão de toda profundeza. 

    Que eu possa substituir minhas palavras pelo toque, pelo sentir, pelo compreender, pelo segredo das coisas mais raras, pela oração mental. 

    Que eu saiba dimensionar o calor, experimentar a forma, vislumbrar as curvas, desenhar as retas, e aprender o sabor da exuberância que se mostra nas pequenas manifestações da vida. 

    Que eu saiba reproduzir na alma a imagem que entra pelos meus olhos, fazendo-me parte suprema da natureza, criando-me e recriando-me a cada instante. 

    Que eu possa chorar menos de tristeza e mais de contentamento. 

    E que meu choro não seja em vão, e que em vão não sejam minhas dúvidas. 

    Que eu não tenha medo de nada, principalmente de mim mesmo. Que eu não tenha medo de meus medos! 

    Que eu adormeça toda vez que for derramar lágrimas inúteis, e desperte com o coração cheio de esperanças. 

    Que eu faça de mim uma pessoa serena, dentro de minha própria turbulência. 

    Humilde diante de minhas grandezas tolas e ingênuas... 

    Que eu possa ensinar o pouco que sei, e aprender o muito que não sei. 

    Traduzir o que os mestres ensinaram, e compreender a alegria com que os simples traduzem suas experiências. 

    Respeitar incondicionalmente o ser. O ser por si só, por mais nada que possa ter além de sua essência. 

    Auxiliar a solidão de quem chegou. Render-me ao motivo de quem partiu. E aceitar a saudade de quem ficou. 

    Que eu possa amar e ser amado. Que eu possa amar mesmo sem ser amado. 

    Fazer gentilezas quando recebo carinho. Fazer carinhos mesmo quando não recebo gentilezas. 

    Que eu jamais fique só, mesmo quando eu me queira só". 

    * * * 

    Quanto são importantes os momentos a sós conosco mesmo. 

    O exercício de se questionar, de conversar consigo, de se conhecer, é grande instrumento de evolução de que dispomos. 

    Na turbulência dos dias que não param, das muitas atividades e preocupações, esses momentos de meditação, de autoconvívio, irão determinar a saúde de nossa alma. 

    Muitos se perdem de si mesmos neste turbilhão ameaçador, e dificilmente se encontram a tempo. 

    Os que escolhem o caminho da meditação, da auto-análise, do autoconhecimento, adoecem menos e vivem mais - vida em abundância...

  • Atitude Mental - Durante a Prece e o Passe

    05

    Mar
    05/03/2011 às 10h57

    Ensinamnetos sobre como agir e pensar durante nossos dias.
  • YVONNE DO AMARAL PEREIRA

    27

    Fev
    27/02/2011 às 18h41

    Yvonne do Amaral Pereira nasceu em 1900 na antiga Vila de Santa Tereza de Valença, hoje Rio das Flores, sul do estado do Rio de Janeiro. Desencarnou em 1984, no Rio.

    Aos 29 dias de nascida, depois de um acesso sufocação, foi tida como morta (catalepsia ou morte aparente). Na verdade, o fenômeno foi fruto dos muitos complexos que carregava no espírito, já que, na última existência terrestre, morrera afogada por suicídio. Durante 6 horas permaneceu nesse estado e, portanto, o velório foi preparado. A mãe se retirou a um aposento, onde fez uma sincera e fervorosa prece a Maria de Nazaré, pedindo para que a situação fosse definida, pois, não acreditava que a filha estivesse morta. Instantes depois, a criança acordava chorando. O funeral foi cancelado e a vida seguiu seu curso normal.

    O lar de Yvonne sempre foi muito pobre o modesto, passou por grandes dificuldades inerentes ao seu estado social o que, segundo ela, a beneficiou muito, pois bem cedo alheou-se das vaidades mundanas e compreendeu as necessidades do próximo. O exemplo de conduta dos pais teve influência fundamental no futuro comportamento da médium. Era comum, por exemplo, Yvonne trazer para sua casa pessoas necessitadas e mendigos.

    Aos 4 anos já se comunicava com os espíritos, aos quais considerava pessoas normais encarnadas. Duas entidades eram particularmente caras: o espírito Charles, que em uma encarnação passada havia sido seu pai , e que tornou-se seu orientador durante toda a sua vida e atividade mediúnica; e o espírito Roberto de Canalejas, que foi médico espanhol em meados do século XIX, com quem tinha ligações espirituais de longa data. Mais tarde, na vida adulta, manteria contatos mediúnicos regulares com outras entidades como o Dr. Bezerra de Menezes, Camilo Castelo Branco, Frederic Chopin e outras.

    Aos 8 anos teve o primeiro contato com um livro espírita. Aos 12, o pai deu-lhe de presente “O Evangelho segundo o Espiritismo” e o “Livro dos Espíritos”, que a acompanharam pelo resto da vida. Aos 13 anos começou a freqüentar as sessões espíritas, que muito a encantavam, pois via os espíritos comunicantes.

    Estudou apenas o curso primário, por motivos econômicos, o que representou uma grande provação para ela, pois amava o estudo e a leitura. Mas, por contraprópria, leu obras de grandes autores como Goethe, José de Alencar, Alexandre Herculano, Arthur Conan Doyle e outros. Foi também uma estudiosa do esperanto e trabalhou arduamente na sua propaganda e difusão, através de correspondência que mantinha com outros esperantistas, tanto no Brasil, quanto no exterior.Desde cedo teve que trabalhar para o seu próprio sustento, e o fez com a costura, bordado, rendas, flores, etc…

    A maior parte das reportagens de além-túmulo, dos romances, crônicas e contos foram coletados por Yvonne Pereira no mundo espiritual através de mediunidade inconsciente. Os seus canais mediunicos, porém, foram diversificados. Foi psicógrafa e receitista (Homeopatia) assistida por entidades de grande elevação, como Bezerra de Menezes. Praticou a mediunidade de incorporação, foi também passista. Possuía mediunidade de efeitos físicos, chegando a realizar algumas sessões de materialização. A obra mediúnica de Yvonne Pereira consta de 20 livros.

     

  • MIGUEL VIVES Y VIVES

    27

    Fev
    27/02/2011 às 18h30

    Nascido na Espanha e ali desencarnado, na cidade de Tarrasa, no dia 23 de janeiro de 1906.A
    Espanha foi o berço dos grandes Congressos Espíritas, tendo os
    espanhóis exercido verdadeiro pioneirismo nesse campo, bastando citar o
    Congresso Espírita Internacional de 1888, levado a efeito em Barcelona.
    Em congressos realizados posteriormente, principalmente no de 1934, a
    delegação espanhola desenvolveu ingente tarefa em favor da tese
    reencarnacionista.
    Anteriormente
    à guerra civil de 1936- 39, a Espanha se destacava, de forma inusitada,
    na divulgação do Espiritismo, bastando dizer- se que já em 1873 havia
    sido proposto no Parlamento Espanhol o ensino da Doutrina Espírita.
    Miguel
    Vives y Vives foi um dos mais destacados vultos do Espiritismo naquele
    país. Seu nome teve projeção mundial e sua ação foi das mais notórias.
    Quando um homem consegue cumprir fecunda tarefa na defesa e difusão do
    ideal que sustenta, fazendo dele um culto e predispondo- se a lutar de
    forma ininterrupta em seu favor, podemos, na realidade, qualificá-lo de
    apóstolo.
    Vives y Vives foi o Apóstolo do Espiritismo na Espanha e, pela população de Tarrasa, era denominado Apóstolo do Bem.Foi
    um exemplo vivo de abnegação. Evangelizou pela palavra escrita e falada
    — através da tribuna, do livro e da imprensa. Toda a sua obra se apoiou
    sobre a forca moral da exemplificação e vivência dos ideais espíritas e
    cristãos.
    Fundou
    a “Federação Espírita de Vallés”, da qual surgiu a “Federação Espírita
    da Catalunha”, entidade que teve vida efêmera. Em Tarrasa fundou o
    “Centro Espírita Fraternidade Humana” e lançou a famosa obra “Guia
    Prático do Espírita”, há muitos anos vertida para o português, em edição
    da Federação Espírita Brasileira. Mais recentemente, a “Edicel”, de S.
    Paulo, lançou, no vernáculo, a sua obra também famosa “O Tesouro dos
    Espíritas”.
    Foi
    também fundador da revista “União”, órgão esse que se incorporou à
    revista “La Luz del Porvenir”, de marcante atividade na difusão dos
    ideais reencarnacionistas. Foi presidente do “Centro Barcelonês de
    Estudos Psicológicos”.
    Sua
    esplendorosa mediunidade fez com que se desenvolvesse, em Tarrasa,
    verdadeira obra em favor dos necessitados do corpo e da alma, socorrendo
    os desajustados, os enfermos e os humildes, ao ponto de, ao
    desencarnar, causar profundo golpe à população daquela cidade espanhola.
    As fábricas paralisaram suas atividades, o comércio cerrou suas portas à
    hora do sepultamento do seu corpo, a fim de permitir aos seus
    empregados o acompanhamento do esquife ao cemitério. Durante o trajeto,
    verdadeira muralha humana se formou ao longo das ruas e na necrópole, no
    propósito de atender aos pedidos de todos que desejavam vê-lo, o ataúde
    permaneceu aberto durante uma hora e aproximadamente 5.000 pessoas
    desfilaram diante dele.
    Ele
    não era político, não cortejava a popularidade e, no entanto, graças ao
    seu exemplo de abnegação, recebeu uma das maiores consagrações públicas
    de sua terra, apesar de viver num país de profundas tradições
    católicas, onde homens e livros foram queimados no decorrer de muitos
    séculos.
    Miguel
    Vives foi notável espírita. Foi um homem que se dignificou pela prática
    das boas obras e pelo desempenho de verdadeira missão de tolerância e
    de amor.
    Num
    dos seus escritos, publicados na revista “A Doutrina” órgão da
    “Federação Espírita do Paraná”, de cuja instituição era sócio honorário,
    escreveu em 1906:
    “Os
    Centros Espíritas devem ser a cátedra do Espírito de Verdade, porque a
    não ter o Espírito de luz a sua cátedra, teria sua influência o Espírito
    do erro e infelizes desses Espíritos que se acham sob a influência do
    Espírito das trevas, porque pouco, muito pouco se adiantam na senda do
    progresso.

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